segunda-feira, 15 de abril de 2013

Na Universal em Rio Grande!!!

Neste Domingo dia 14 de Abril 2013 na Universal da Marechal Floriano nº 205 em Rio Grande, A presença do Espirito Santo desceu de forma gloriosa. Pois todos que ali estavam reunidos, como nos demais lugares, em uma só fé e com um só objetivo, foram cheios e renovados da presença de Deus, e o Espirito Santo teve livre acesso a este povo.
Foi forte este  Jejum de Daniel com o propósito do monte Hemon, único e inédito. 
E que venha o Simpósio do Espirito Santo



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Quem é salvo quer salvar



"Nós, obreiros, pastores, esposas e bispos não passamos de um bisturi, que deve estar bem afiado e esterilizado para ser usado. Caso contrário, seremos substituídos por outro que esteja apto para a cirurgia espiritual de transformação de vidas."
(Bp.Sérgio Corrêa)







Mães que choram




Em nosso cenáculo estaremos nesta mesma fé.
Rua Marechal Floriano nº 205, em frente ao Banco Bradesco Rio Grande/RS.
O milagre espera por você!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

"José do Egito"


"José do Egito" estreia na tela da Record


 De escravo a governador, personagem bíblico é um exemplo de pureza, paciência, amor e perdão


No próximo dia 30 de janeiro, estreia “José do Egito”, a nova minissérie da Rede Record. A produção conta a história desse importante personagem da Bíblia Sagrada, descrito no livro de Gênesis.
Mais uma vez, a emissora paulista apresenta ao público um drama épico, a exemplo de “Sansão e Dalila”, “Rei Davi” e “Ester” – outras produções bem sucedidas exibidas pelo canal.
José, o personagem central da trama, será interpretado pelo ator Ricky Tavares, na juventude, e Angelo Paes Leme, na fase adulta. O elenco conta ainda com Celso Frateschi (Jacó), Denise Del Velcchio (Lia), Camila Rodrigues (Tamar), Gustavo Leão (Benjamin), Larissa Maciel (Sati), Taumaturgo Ferreira (Potifar), entre outros atores.
A minissérie irá mostrar a saga de um homem fiel a Deus, íntegro e tolerante, que após ser vendido como escravo pelos próprios irmãos é levado para o Egito, onde é injustiçado, caluniado, preso e humilhado, até se tornar governador do país mais desenvolvido naquela época.
Por conta do dom de interpretar sonhos, José prevê fartura e fome para o Egito, ao decifrar as visões que tanto atormentam ao Faraó. O líder do Egito, então, dá a ele o importante cargo e a incumbência de preparar a nação para enfrentar os 14 anos alternados entre abundância e escassez que virão sobre o país.
O favorito do pai
O nascimento de José é considerado um milagre. Filho de Raquel (Mylla Christie), uma mulher estéril e a esposa mais amada de Jacó (Celso Frateschi) – um homem com idade avançada –, ele logo se torna o favorito do pai.
Com o passar do tempo, José se mostra cada vez mais diferente de todos os seus irmãos, filhos de outras esposas. Jacó também deixa transparecer sua nítida preferência pelo caçula, o que faz com que os outros cultivem inveja e ódio pelo menino, passando a desprezá-lo.
Raquel defende José como pode e Jacó sempre lhe dá razão. O jovem hebreu tem bom coração e faz de tudo para conquistar a amizade dos irmãos. Porém, sua inteligência, seu comportamento de quem sabe que é o predileto, e a forma como seu trabalho prospera mais do que o dos outros provocam ainda mais a ira de seus irmãos.
Sucessor de Jacó
Durante o nascimento do seu segundo filho, Benjamin, Raquel morre. Com isso, a situação de José se torna ainda mais difícil. Para piorar, ele recebe uma túnica ornamentada de Jacó, simbolizando que ele foi escolhido como seu sucessor.
José é separado dos trabalhos pesados e passa a ficar mais tempo em casa, tendo a oportunidade de aprender a ler e a escrever em hebraico com o seu pai, e a estudar Matemática, privilégios que só um filho primogênito teria.
Inconformados com a decisão de Jacó e tomados de inveja, os irmãos, incitados por Simeon (Caio Junqueira), decidem dar uma lição em José, atirando-o em um poço fundo e sem saída. Ruben (Guilherme Winter) não concorda em matá-lo, pois teme que Deus lhes cobre pelo crime.
O impasse persiste até que Judá (Vitor Hugo) consegue convencer a todos os irmãos que a melhor alternativa é vender José como escravo. Enganado pelos filhos, Jacó sofre por acreditar que o seu favorito foi morto por animais selvagens, enquanto José é levado ao Egito.
Mas o futuro reserva muitas surpresas para essa família. Quando já não houver mais o que comer em vários lugares daquela região, será José quem alimentará os irmãos que tanto o odiaram no passado. Um exemplo de pureza, paciência, amor e perdão.
Essas e outras emoções poderão ser acompanhadas a partir do dia 30 de janeiro, na tela da “Record”. José do Egito, escrita por Vivian de Oliveira e com direção geral de Alexandre Avancini, será exibida semanalmente, sempre às quartas-feiras, às 21h30.

Tragédia em Santa Maria (RS)



IURD socorre familiares da tragédia em Santa Maria (RS)

Pastor Carlos Cucato, responsável pelo trabalho humanitário local, tem organizado mutirões para realizar doação de sangue e água mineral



Na madruga do último domingo (27), por volta das 2h30, ocorreu na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, um incêndio na boate Kiss, localizada na região central do município, que deixou um saldo parcial de 231 pessoas mortas e mais de 100 feridos, na maioria jovens universitários. O Corpo de Bombeiros acredita que o incêndio começou com um sinalizador lançado por um integrante da banda que fazia show na festa. Por conta do drama, a prefeitura da cidade decretou luto oficial de 30 dias e anunciou a contratação imediata de psicólogos e psiquiatras para acompanhar as famílias das vítimas.
Para amparar os familiares, amigos e pessoas próximas às vítimas, voluntários da Igreja Universal de Santa Maria e das regiões próximas estão fazendo um trabalho humanitário intenso, com a intuito de ajudar e minimizar parte da dor.
“Desde que soubemos da tragédia enviamos máscaras, luvas descartáveis e cerca de 150 voluntários do grupo Força Jovem, do Agente da Comunidade e Godllywood, que ainda estão de plantão. Além disso, mandamos água e alimento para as pessoas que estavam ajudando no resgate e àquelas que se encontram no local para fazer o reconhecimento dos corpos”, conta o pastor Carlos Cucato, responsável pelo trabalho local.

“Creio que nossa vontade reflete a vontade de Deus neste momento: trazer para perto essas famílias que estão sofrendo, consolar, confortar e fortalecer. Fazer o possível para ajudar é o espírito da Igreja Universal”, comenta o bispo Edir Macedo, em seu blog oficial.De acordo com o pastor, mais de 200 voluntários também já estão sendo levados de ônibus ao Hospital de Santa Maria e aos próximos para realizar doações de sangue aos hospitalizados. Ele salienta ainda que esse número de pessoas continuará aumentando, até que o socorro e prestação de serviço sejam completamente realizados.
Nesse momento de luto é preciso unir forças. “Peço que incluam os familiares daqueles que sofreram a tragédia em suas orações. Já estamos ajudando os bombeiros e há no Rio Grande do Sul um mutirão para doação de sangue e arrecadação de água. Quanto mais apoio melhor”, apelou o pastor Cucato.
Os voluntários e interessados em contribuir de alguma maneira devem procurar o Cenáculo do Espírito Santo mais próximo, que servirá de centro de ajuda ou entrar em contato através do e-mail:sossantamaria@r7.com .

terça-feira, 18 de setembro de 2012

POR QUE NÃO HÁ DIFERENÇA?




No universo dos crentes, o relacionamento com Deus é baseado no campo das palavras, tanto no ouvir como no falar com Ele. A maioria é viciada em pedir, receber orações e entoar louvores na ilusão de que só isso resolverá, ou então, acreditam que dizer: "Amém, aleluia, glória a Deus, tá ligado", quando recebem uma promessa bíblica, trará a solução.
Já no universo dos espíritas, principalmente umbandistas e candomblecistas, não existe a prática da oração. A fé é prática. A pessoa sabe que, se ela quer um "benefício" ou prejudicar alguém, tem que mostrar a sua fé arreando despacho, pulando muro de cemitério, derramando o seu próprio sangue etc.
Agora, vejamos como é o universo da fé que agrada a Deus e provoca a diferença prometida:
"Então, VEREIS outra vez a diferença entre o justo e o perverso , entre o que serve a Deus e o que não o serve." Malaquias 3.18
Quer dizer, se eu quero ver a diferença, tenho que sair do campo das palavras e fazer o que Ele determina que é servir, ou seja, tenho que mostrar que eu creio.
"Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; MOSTRA-ME essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé." Tiago 2.18
Aqui está o segredo!
A chave que abre a porta para uma vida diferente: MOSTRAR!!!
E mostrar como Deus determina.
Veja como Ele determina: "Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? - diz o SENHOR dos Exércitos." Malaquias 1.9
Por isso, neste dia 23, entraremos no Santo dos Santos com a nossa oferta em mãos, MOSTRANDO a Deus que cremos.
SE EU QUERO VER, EU TENHO QUE MOSTRAR!
Bispo Clodomir Santos

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

O orgulho e a desobediência


Quando o homem é de Deus, ele tem autoridade e unção


Obviamente, o diabo lhes sugere pensamentos de orgulho, e isto acaba por corromper o coração, e é aí que começa a queda dos ungidos. Precisamos ter sempre em mente que a autoridade que Deus nos delega é exclusivamente para se fazer a Sua santa vontade. Quando escolhe um homem ou mulher, é para determinada tarefa que Ele escolheu!
É muito perigoso para o homem de Deus acreditar que as suas mãos fizeram isto ou aquilo; se ele assim crê, também crê que a glória da obra do Espírito Santo pertence a si mesmo, e não a Deus!
Devemos ter o máximo de cuidado com a autoridade que Deus nos delega, e nunca permitir que ela suba à cabeça por influência de entes queridos, ou de quem quer que seja inspirado por Satanás, sabendo que de tudo que recebemos de Deus também haveremos de prestar contas.
O Senhor Jesus disse: "... Mas àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido; e àquele a quem muito se confia, muito mais lhe pedirão." (Lucas 12.48). O rei Davi disse: "... se as vossas riquezas prosperam, não ponhais nelas o coração." (Salmos 62.10).
Essas riquezas podem ser a autoridade espiritual. A autoridade que recebemos de Deus é para o serviço e glória exclusivos de nosso Senhor Jesus Cristo! Se o nosso trabalho vai bem, graças e glórias a Deus! Se não vai, então há alguma coisa impedindo o fluxo da unção para executar a vontade de Deus.
Quanto a isso, vale a pena lembrar que a igreja que o Senhor colocou sob a sua autoridade espiritual será abençoada ou não, dependendo da execução dessa unção.
         Desobediência
Se por acaso o servo de Deus está vivendo em desobediência à Sua Palavra, ou à autoridade constituída por Ele, então há um bloqueio nele das bênçãos divinas para o povo, e por isto a igreja não desenvolve, ficando mirrada e envergonhando o nome do Senhor Jesus Cristo.
O povo de Deus deve simbolizá-Lo para o Seu servo, assim como o servo representa a autoridade de Deus para o povo. Quando o homem é de Deus, tem a Sua autoridade e unção onde quer que vá; ele é a própria autoridade de Deus, quando está submisso à direção do Espírito Santo.
Ele é uma bênção, porque está sob a bênção; ele é autoridade de Deus, porque está sob a autoridade de Deus; ele é ungido, porque está sob a unção do Espírito de Deus.
A sua comunidade cresce e é abençoada, testemunhando para o mundo a vitória da cruz e a ressurreição do Senhor Jesus Cristo. O próprio Deus é glorificado naquele servo, que passa a ser chamado de servo bom e fiel.
A partir do momento em que Saul foi desobediente a Deus, a unção não esteve mais com ele, ainda que permanecesse com a autoridade de rei sobre Israel. A perda da sua unção e autoridade de Deus fez com que caísse cada vez mais em desgraça, pois todas as suas ordens deram em erro, até a sua morte.
É assim que acontece com todos os homens de Deus quando perdem a autoridade espiritual e a unção de Deus: é o seu fundo do poço! A situação deles se torna pior do que antes de terem conhecido o Senhor Jesus como Salvador.
 (*) Texto retirado do livro "O Perfil do Homem de Deus", do bispo Edir Macedo.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

35 razões porque eu amo a Universal
Criticada, caluniada, perseguida, ridicularizada, imperfeita, cometeu muitos erros tentando acertar… mas eu devo a minha vida e felicidade ao trabalho dela. Não sou fanático nem coloco a instituição acima do meu relacionamento com Deus (pois ela me ensinou isso também). Mas foi através dela, da Igreja Universal do Reino de Deus, em 1985 que eu encontrei a Deus e desde então fui feito gente. Neste próximo 9 de julho, a IURD completa 35 anos de existência. Eu decidi colocar aqui o meu manifesto de 35 razões (poderia acrescentar muito mais) porque eu amo essa igreja. Aqui vai:
  1. Sempre que eu precisei, desde a primeira sexta-feira que pisei os pés na IURD da Lapa em SP, ela sempre teve suas portas abertas. Todos os dias.
  2. Porque não fui discriminado por ser da religião católica quando me receberam
  3. Porque me deram uma palavra de esperança quando já não havia nenhuma em mim
  4. Porque seus pastores dão suas vidas, literalmente, pelas pessoas
  5. Ela é uma faculdade da vida — o que aprendi nela não encontrei em nenhum outro lugar
  6. Por ela minha família encontrou a salvação
  7. Pela luta destemida que trava contra as forças do mal, na linha de frente, todos os dias
  8. Porque ela não acumula riquezas mas investe na propagação do Evangelho
  9. Porque ela ensina a verdade, doa a quem doer
  10. Porque ela não está concorrendo a número de membros, mas a qualidade de cristãos
  11. Porque ela prima a salvação das pessoas, acima de tudo
  12. Porque seus pastores são valentes e não se atemorizam por nada
  13. Porque ela aprende com seus erros e segue em frente melhorando a cada dia
  14. Porque ela não tolera maus pastores, que são desonestos com Deus e com Suas ovelhas
  15. Porque ela é uma só, onde quer que vá: um espírito, uma fé, um Deus, um ideal
  16. Porque ela ensina a fé inteligente
  17. Não engana as pessoas com emoções
  18. Porque ela está 24 horas ativa, ganhando almas em algum lugar, de alguma forma servindo a Deus
  19. Porque o seu líder não busca glória própria, mas a de Deus
  20. Porque ela acredita no potencial das pessoas
  21. Porque não vive de blá, blá, blá mas exige resultados da fé
  22. Porque não tem medo de ir aos lugares mais difíceis, resgatar as pessoas mais perdidas
  23. Porque ela é inovadora, pioneira em tudo o que faz
  24. Porque ela ensina o sacrifício sem medo, em vez de anunciar um evangelho fácil e barato que não salva ninguém
  25. Porque ela treina as pessoas para a eternidade, não só para se sentir bem na hora da reunião
  26. Aprendi nela todas as estruturas que formam a base de um casamento feliz
  27. Nela encontrei a minha amada
  28. Os milhares de obreiros e voluntários que trabalham incansavelmente por ela
  29. Ela é o que é, sem maquiagem, sem hipocrisia
  30. Porque ela é mal-interpretada por alguns e amada pelos que a conhecem de verdade
  31. Porque ela é hoje o que os 300 foram na época de Gideão
  32. Porque nela o rico é tratado igual ao pobre
  33. Porque é impossível pertencer a ela e ficar acomodado na fé
  34. Porque a palavra ensinada nela muda a vida de seus ouvintes que a praticam
  35. Porque ela estará ocupada demais neste dia 9, fazendo o que sempre fez, até para celebrar o próprio aniversário
Bp. Renato Cardoso.


E você, gostaria de acrescentar pelo menos uma razão? Escreva abaixo.

sexta-feira, 6 de julho de 2012


Entrevista


Em entrevista, bispo Macedo dá detalhes sobre a Fogueira Santa de Israel

Mônica Soares

A Igreja Universal do Reino de Deus realiza regularmente a Fogueira Santa que acontece em lugares sagrados, cenários de grandes manifestações do poder de Deus na vida do povo de Israel. Nesses locais, onde ocorreram vitórias e realizações, os maiores pedidos daqueles que se lançam nesse evento único, são levados por bispos e pastores da IURD. Como no passado, Israel alcançou as grandes maravilhas de Deus, o mesmo tem ocorrido nos dias atuais. Em entrevista publicada na Folha Universal, o bispo Edir Macedo, fala sobre o significado da Fogueira Santa.
Qual a proposta da Fogueira Santa de Israel?
A proposta da Fogueira Santa é reverter o quadro de sofrimento que as pessoas vivem, pois quem é de Deus jamais se submeterá a qualquer tipo de fracasso em sua vida. Não aceita derrotas de ordem espiritual, profissional, sentimental, familiar ou física. A fé no Senhor Jesus não combina com fracassos e a convicção em relação às Suas promessas é tão profunda que nem a própria morte é capaz de removê-la. Quem tem fé, luta para ser mais que vencedor. Se tivermos fé em Deus, tudo será possível. Como? Agindo do mesmo modo que os filhos de Israel, tendo as mesmas atitudes que eles tiveram. Desse modo, aquele que crê no Deus de Abraão, definitivamente, não aceita viver uma vida inferior à vida prometida por Ele nas Escrituras Sagradas. Essa é a proposta da Fogueira Santa de Israel. 
Para quem é a proposta da Fogueira Santa?
O sacrifício da Fogueira Santa não é para aventureiros, nem para tentar uma melhora de vida, mas para quem está disposto a sacrificar. O Senhor Jesus deu Sua vida por nós; Se quisermos conquistar a plenitude da vida que Ele nos oferece, então, da mesma forma, teremos de sacrificar a nossa vida. Moisés teve de fugir do Egito e abrigou-se em Midiã. Ao chegar à casa de Jetro, seu sogro, nada tinha a oferecer senão a si mesmo. Mas foi justamente desse “homem que não tinha nada”, fugitivo, solitário, sem eira nem beira, que Deus fez um líder, um legislador, um estadista, um profeta, um libertador e um salvador para a nação de Israel. Portanto, a proposta da Fogueira Santa é para aqueles que querem subir ao Altar e entregarem-se a si próprios junto com o sacrifício. Esses, certamente, serão abençoados.
Quando podemos dizer que sacrificamos verdadeiramente?
Podemos dizer que sacrificamos verdadeiramente quando o sacrifício dói profundamente, a ponto de nos sentirmos sozinhos, sem ninguém para partilhar a angústia que o antecede. O sacrifício legítimo faz com que passemos a viver totalmente na dependência de Deus; e apenas sacrifica inteiramente quem realmente crê nas promessas guardadas em Sua Palavra. Isso porque sacrificar significa mais do que colocar uma quantia de dinheiro no Altar; sacrificar é renunciar a si próprio para fazer a vontade do Altíssimo.
Por que não devemos fazer qualquer sacrifício?
Na Fogueira Santa, usamos a nossa fé para chamar a atenção de Deus. Por essa razão, não pode ser oferecido ao Senhor qualquer coisa. Tem de ser algo especial que represente um sacrifício especial. Mas nem todos têm a mesma fé. Veja bem: enquanto algumas pessoas têm fé para comer carne, outras têm fé para comer legumes. Do mesmo modo, podemos dizer que a condição de um não é a mesma para todos. O pouco para um, entretanto, pode ser o muito para o outro, constituindo, assim, o verdadeiro sacrifício. Como diz a passagem bíblica: “Vindo, porém, uma viúva pobre depositou duas pequenas moedas... Em verdade, vos digo que está viúva pobre depositou no gazofilácio mais do que o fizeram todos os ofertantes” (Marcos 12.42,43). Dessa forma, não existe sacrifício de muito ou de pouco, existe o sacrifício de cada um. Além do que, a atitude de sacrificar ou não depende exclusivamente da fé individual.
O que fazer após participar do propósito de fé?
Manter a fé em Deus e esperar a Sua ação sem duvidar ou murmurar. Você pode ter certeza de que o milagre irá chegar. A semente foi plantada, agora é perseverar e cuidar para não perder a visão. Muitas vezes, o milagre não acontece de imediato, depende da fé de cada um. Não são poucas as pessoas que esfriam, esperam uma mágica, esquecendo- se de que Deus não é mágico.

O ato de sacrificar garante a Salvação?
Não. Você poderá obter muitas bênçãos por meio de sacrifícios, no entanto, a salvação eterna só ocorrerá quando alguém reconhecer verdadeiramente Jesus como Senhor de sua vida. Além disso, é necessário que a pessoa persevere, lute e vigie para permanecer na graça divina. Somente àqueles que seguem o Senhor Jesus há garantias de Salvação Eterna.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Heróis de ontem e de hoje

Quando se fala em herói, entendemos que se trata de alguém que reúne em si atributos e condições de vencer, de forma excepcional, a qualquer tipo de problema, obstáculo ou inimigo.
Os homens do passado foram considerados heróis por conta daquilo que fizeram.

Ninguém seria capaz de fechar bocas de leões, eles fecharam.
Ninguém seria capaz de escapar de uma fornalha de fogo, sobremaneira acesa, eles escaparam.
Eles colocaram em fuga exércitos estrangeiros.
Eles foram apedrejados, provados, serrados ao meio e não aceitaram resgate para obter ressurreição superior.
Eles eram heróis de verdade.
Eles venceram inimigos, que eram considerados invencíveis por serem numerosos como areia do mar.
Eles foram considerados heróis porque fizeram o que nenhum ser humano seria capaz de fazer.
Porque venceram o que nenhum ser humano seria capaz de vencer.
Porque deram o que nenhum ser humano seria capaz de dar para Deus.
Eram considerados loucos, por chegarem ao extremo da obediência a Deus.
Dizer não posso, não vou conseguir ou não dá era algo impossível para eles.
Neles não havia o não, mas o sim.
Eles se fizeram heróis pela obediência.
Eles foram heróis no passado, mas Deus busca heróis nos dias de hoje.
Os leões, as fornalhas, as muralhas, os gigantes, os inimigos incontáveis, o mar vermelho e o deserto são obstáculos que, nos dias de hoje, o diabo coloca entre a pessoa e o que ela deseja. E Deus até permite esses obstáculos, para que os verdadeiros heróis surjam.
Torno-me herói, nos dias de hoje, obedecendo como eles obedeceram.
Dando a Deus aquilo que para os homens é impossível dar.
Fazendo coisas que ao ser humano é impossível fazer.
E vencendo o que ninguém venceria.
Afinal, está escrito:
“Então vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não serve.” Malaquias 3.18
Como posso servir a esse Deus, o mesmo Deus que esses heróis serviram, e não ser um herói?
Heróis são aqueles que obedecem, dão, fazem e vencem.
Graças a Deus, muitos heróis têm surgido em Fogueiras Santas, como esta do Monte Moriá.
Será que você pode ser considerado um herói, igual a Abraão e aos demais heróis do passado?

Bispo Romualdo Panceiro

sexta-feira, 29 de junho de 2012


“Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” João 3.16
Podemos observar que, muito antes de nascermos e conhecermos a fé, o sacrifício já estava nos planos de Deus como solução para um problema muito sério que Adão conseguiu arrumar para Ele, quando O desobedeceu e afastou toda raça humana do convívio do Altíssimo. Com isso, a autoridade que o homem havia recebido de Deus foi roubada pelo diabo, o qual estabeleceu o seu reino nesse mundo.

Não havendo outra alternativa, Deus recorreu ao Sacrifício, Seu Filho Jesus, apresentando-O no Monte Calvário. Ele poderia enviar o anjo Gabriel, Miguel ou outro, mas para levar o diabo a uma derrota inquestionável, sem a mínima chance de se levantar, e também realizar Seu sonho de reconciliação com o homem e formar um povo de "propriedade exclusiva" dEle, enviou o Sacrifício (Seu Filho).
O Sacrifício nasceu, cresceu e venceu.
Disse o Sacrifício:
"O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." João 10.10
"...Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao pai senão por Mim."João 14.6
“E tudo quanto pedirdes em Meu nome, isso farei, a fim de que o Pai seja glorificado no Sacrifício.” João 14.13
“...Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida." João 8.12
O diabo disse para o Sacrifício: "Que temos nós contigo, ó Sacrifício! Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?" Mateus 8.29
“Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outro me odiou a Mim."João 15.18
Lendo esse último versículo, entendo por que muitos dos que estiveram conosco, e se afastaram, odeiam tanto o sacrifício, é porque se tornaram amigos do mundo.
Bom, meus amigos, o motivo pelo qual Abraão foi o grande pai da fé, é que ele seguiu em obediência a voz de Deus e, antecipadamente, o caminho do sacrifício.
Abraão teve uma vida em abundância, morreu em ditosa velhice e foi atendido em todos os pedidos, por meio do sacrifício. Era um homem iluminado porque seguia a luz do sacrifício. Ele venceu os demônios, que usaram os reis que sequestraram Ló, seu sobrinho. E por seguir o atormentador do inferno, que é o sacrifício, ele era odiado por esses mesmos reis que eram incrédulos e, sem dúvida, amigos desse mundo.
E você? Também vai seguir o caminho do sacrifício para ter uma vida em abundância, ser atendido em todos os pedidos, ter a luz da vida, atormentar o diabo e ser odiado pelo mundo por seguir a fé no Sacrifício, que é Jesus?
Deus os abençoe.
Bispo Sérgio Correia