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domingo, 25 de dezembro de 2011

15º Dia do Jejum de Daniel

O que você daria em troca de sua alma?

Como os sacrifícios materiais promovem bênçãos materiais, também os sacrifícios espirituais produzem bênçãos espirituais.
Deus tem convidado aos que creem a prová-Lo nos dízimos e ofertas. Em compensação, Ele prometeu abrir as janelas do céu e derramar bênção sem medida. Além de repreender o devorador. Malaquias 3.10
Da mesma forma, Jesus prometeu vida eterna àqueles que negassem a si mesmos, tomassem a cruz e O seguissem dia após dia. Mateus 16.24
Em ambos os casos, há necessidade de sacrifício. Porém, o apóstolo Paulo vai além, quando dirigido pelo Espírito, suplica:
“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Romanos 12.1
Quer dizer: não há culto racional se não houver sacrifício vivo, santo e agradável a Deus.
Por outro lado, no culto emocional, apesar do recheio de muita música falando de amor, as pessoas ficam embriagadas de uma sensação gostosa.
Uns confessam sentir a presença de Deus, outros falam em "línguas e até profetizam". Isso sem falar dos que rodopiam, caem no chão e andam de quatro. Seria insignificante se o testemunho de suas vidas fosse uma maravilha. Mas não é! Pelo contrário, é um fracasso total: lares divididos, adultérios, pedofilias, prostituições, mágoas entre si, divisões, enfim, um verdadeiro reino de trevas.

Por quê?

Porque neles não há o culto racional, inteligente ou consciente. Como o Criador vai Se agradar de culto emocional se Ele é Racional, Inteligência e Sabedoria?

O culto emocional é como festa de carnaval. Seus participantes vestem fantasias com direito a máscaras. Isso para camuflar a hipocrisia e as obras da carne. E quem rege essa farsa espiritual?
Na verdade, na ausência do culto racional entra o culto carnal ou emocional.
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.” Gálatas 5.19-21
Interessante que Paulo pede, suplica, roga aos seguidores do Senhor Jesus para que apresentem culto racional, o qual exige o corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus. Ou seja, que o louvor, a adoração e a contemplação ao Senhor sejam absolutamente conscientes.
Tal culto não está restrito à igreja. Se a pessoa é Templo do Espírito Santo, onde ela estiver haverá louvor, adoração e contemplação.
Na igreja, supostamente, todos estão na mesma fé e no mesmo Espírito. Ali o culto racional é coletivo. Há hinos apropriados, cânticos de louvores e expressões individuais que exaltam o Senhor e Salvador.
Enquanto uns louvam, outros adoram, e ainda outros contemplam a face do Altíssimo. Tudo na mais perfeita disciplina e ordem.
E, por conta dessa liberdade, o Espírito Santo instrui, inspira e dirige o louvor, adoração e contemplação de Seu Filho de forma liberal, espontânea e salutar.

sábado, 24 de dezembro de 2011

MUITO MELHOR QUE LUZ PISCA-PISCA

por Ísis Regina

Luzes piscando nas cidades e melodias que emocionam vidas e mais vidas.  Com passos apressados e frenéticos, multidões se aglomeram na tentativa de buscar alguma coisa que não permita  que fiquem de fora das festas de fim de ano.
Sabe? Muitos criticam aqueles que como eu, não celebram o Natal. Como se a indiferença por essa data fosse até mesmo, um agravo.
Há três anos atrás, no dia 25 de dezembro, minha melhor amiga partiu, a minha querida mãe. E vocês querem saber onde estava o brilho mágico do Natal  e toda sua proposta ilusionária?
Certamente não encontrei em  nenhuma árvore com pisca-pisca, nem nas megas promoções de presentes, nem se quer o  papai Noel apareceu por lá… A roupa nova que havia comprado para ela,  foi a que usou no sepultamento. Tudo isso poderia ter sido traumático se eu não tivesse conhecimento da Verdade que me libertou, e me faz crer na vitória sobre a morte.
Ah! Se não fosse o Senhor Jesus, eu teria ficado só, mesmo cercada de muito carinho de familiares e amigos queridos, mas,  é só o ESPÍRITO SANTO que pode consolar, dar paz e ânimo em um momento assim.
Lembro que durante  a trajetória do hospital para o cemitério a única melodia entoava em mim, era a canção favorita de minha mãe: “Ah! O meu Senhor lembrou de mim…” E pude louvar á Deus pela salvação  dela com esta canção durante o seu sepultamento. Logo após, retornando para casa, vi suas coisas pessoais, sabendo que ela não estaria mais ali, mas o ESPÍRITO SANTO sim, sempre, sempre permaneceria comigo.
De um minuto para o outro, com um fato inesperado, em um momento inesperado, em uma data inesperada, mais uma vez vi como aprendemos e sempre tivemos essa fé:  nada  e ninguém se compara ao ESPÍRITO SANTO.
Deus havia recolhido minha mãe e o seu Espírito esteve me consolando em todos os momentos. Tive forças para cuidar de tudo, porque a maior dádiva de minha vida  não era uma ilusão, nem tampouco uma festa passageira de fim de ano.
Penso em quantos estão  sofrendo  e nessa época do ano sofrem ainda mais?
Levados pela emoção de imagens que cintilam e acordes que ecoam como estrelinhas, acabam se frustando, achando que são as pessoas mais desprezíveis do planeta, pois suas vidas são totalmente contrárias as mesas fartas e árvores cheias de presentes. Por isso, acabam acreditando que para eles nunca haverá uma cena como a de um comercial de televisão.
Então, aqui proponho a viverem algo tão belo e grandioso que nenhum ser humano poderia jamais descrever com tamanha  exatidão, mas plenamente real e possível:
O ESPÍRITO SANTO EM VOCÊ!
A garantia de jamais estar só e ter o poder de DEUS na sua vida.

Não há maior alegria, maior amor do que este, quem o possui,  sabe muito bem.
Enxugue as suas lágrimas e experimente ser feliz de verdade, em toda e qualquer circunstância, através do ESPÍRITO SANTO.
Eu, estou  nos 21 dias do Jejum de Daniel… Ah! Que dias!
O brilho da glória de Deus sobre as nossas vidas não como pisca-pisca, mas, a todo instante e eternamente.

14º Dia do Jejum de Daniel

O Reino dos Céus é para quem sacrifica
Talvez o leitor pergunte o porquê da insistência no assunto de sacrifício. Seria mais cômodo não falarmos sobre sacrifício. Não nos exporíamos às críticas, a mensagem ficaria mais leve, atenderia a gregos e troianos e ninguém sairia ferido.

Todavia, como não trabalhamos segundo as regras deste mundo, como não somos mercadores da Palavra, como não vivemos da venda de livros, como não concorremos a cargo político e muito menos estamos preocupados em angariar membros religiosos, optamos por obedecer a inspiração do Espírito de Deus e anunciar a verdade que liberta.
Quem crê, vai. Quem não crê, fique com as virgens néscias.

O fato é: quando o pecado não mata de uma vez, judia do pecador até a morte.

Muita gente, crente ou não, tem gemido e não sabe mais o que fazer para livrar-se disso.

O espírito do pecado tem possuído a humanidade e tem-na conduzido ao caos.

Apesar de muitos conhecerem o Evangelho, ainda assim, um mínimo tem tido coragem para colocá-lo em prática e habitar no abrigo de Deus.

Mas a maioria prefere aderir às mensagens de salvação fácil e assim evitar o sacrifício da carne.

Enquanto isso, espíritos enganadores e anticristãos têm operado livremente, fazendo até o povo que tem crido em Deus, sofrer de forma implacável.

Estes últimos dias, não têm sido muito diferentes dos de João Batista. Naqueles tempos, ele não apenas pregava arrependimento, mas também conduzia os judeus sinceros a confessar e abandonar seus pecados. Mateus 3.1-10

Agora, neste momento, não seria essa a vontade de Deus para sua vida? O que adianta você buscar ajuda de Deus na igreja e lá fora continuar na vida de adultério, prostituição, roubo, mentira, etc.
A quem você pensa que engana?

O que você pensa que vai ganhar?

Até quando vai sustentar esse espírito de pecado em você?
O pecado é um espírito. Quem diz sim a ele, diz sim ao seu espírito.

Como sair dessa prisão?

Sacrificando sua carne até ao ponto dela morrer de fome.

Claro!
Se você sacrifica a carne, onde o espírito do pecado vai habitar?

Se você quer resposta urgente de Deus, então sacrifique urgentemente por Ele. Porém, se não abrir mão da vida de prostituição, adultério, mentiras, roubos, corrupção e tudo o mais que agrada ao diabo, como o Espírito de Deus poderá agir em sua vida?

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

13º Dia do Jejum de Daniel

A falta do Óleo
Infelizmente, muitos têm feito do altar um esconderijo pessoal, e não um lugar de constante sacrifício.

Pensam, como consequência de uma consciência cauterizada, que ali estarão “protegidos”, que seu verdadeiro estado espiritual não será revelado.
Como se o fato de estarem no altar fosse uma garantia vitalícia, para que estivessem livres de serem tentados, ou que não precisam mais lutar a cada dia por sua salvação. Triste engano!
Há algumas semanas, ocorreu um episódio que serve de alerta para os que estão nessa posição.

Por não ter nascido do Espírito Santo, a esposa de um pastor o traiu, após sete anos de casados.
Nada lhe faltava. O marido sempre foi dedicado, amigo, parceiro, fiel a Deus e, consequentemente, fiel à esposa. O que mais pode uma esposa querer de um marido?

Mas, sabe-se lá porque cargas d'água, ela virou a cabeça. Agiu movida por um espírito de paixão que a dominou, sem pensar nas consequências de que o preço do pecado é a morte física e/ou espiritual.

Imediatamente, ele a deixou ir. Ela, agora sem chão, sem um provedor, voltou para a casa de seus parentes.

Então, chorando, com remorso, foi pedir ajuda à esposa do líder daquele país. Tentando encontrar o amparo e a segurança que perdeu, ela queria “óleo emprestado”, de quem sabia que tinha. Estava disposta a submeter-se a qualquer trabalho, a qualquer situação que lhe fosse proposta, desde que estivesse próxima a esta “segurança”; a suposta paz perdida.
Esta esposa, querendo ajudar, mas, ao mesmo tempo, não querendo impedir o trabalho do Espírito Santo, lhe disse:
“Você se lembra das cinco virgens néscias? Pois é. No momento da volta do noivo, elas estavam sem azeite em suas lâmpadas. Correndo, foram até as cinco demais virgens sensatas. E elas responderam: não podemos tirar do nosso e dar a vocês, porque será o caso de também faltar para nós. Vão ao mercado, urgente, para comprá-lo. Mas, como não havia mais tempo, ficaram do lado de fora.”
A esposa do bispo, concluindo, lhe disse: “Não posso tirar do meu óleo e dar a você. Busque enquanto é tempo, para que não seja o caso de lhe faltar óleo para o encontro do Noivo.”
Veja que Deus não atua pelo sentimento, não! Ele não terá “pena” daqueles que estarão batendo do lado de fora, na última hora.

Agora, ainda há chance de comprar e ser rica espiritualmente. Ou será que não percebe que o azeite está acabando? Claro, que sim!

Mas por que será que tantos, quando lembram que precisam dele, se veem vazios, sem nenhuma gota? É a falsa segurança em que muitos vivem, perto do altar.

A cegueira espiritual dá a sensação de que podem brincar um pouquinho com a sensualidade, sem correr risco de dar à luz a algum bastardo. Tiago 1.14-15.

Quando pecamos, perdemos os direitos adquiridos. Não adianta reclamar, espernear ou querer se justificar...

Só aqueles que se submetem ao Senhor Jesus e assumem quem são diante de Deus e dos homens, recebem o PODER DE SE TORNAREM Filhos de Deus. Estes, sim, estão aptos a receber o Espírito Santo para não lhes faltar a unção.

A falta do óleo, cedo ou tarde, fará os néscios baterem à porta dos outros.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

11º Dia do Jejum de Daniel

Sacrifício pela VIDA
A consciência do sacrifício é antiga. Começou no Jardim do Éden. O Altíssimo precisou sacrificar um animal para cobrir a nudez de Adão e Eva, substituindo assim as folhas de figueira, inspiradas pelo diabo.

As folhas de figueira tipificam a pretensão das religiões em cobrir a nudez do pecado sem sacrifício. As igrejas evangélicas, em geral, também fazem isso. Procuram alargar a porta do Reino de Deus com uma doutrina separada do sacrifício.
Não havia outro meio de o Senhor resolver o problema da nudez de Adão e Eva sem a morte do animal? Se houvesse, Ele o teria feito.
Não havia outro meio de salvar a humanidade sem o sacrifício de Jesus? Se houvesse, Ele o teria feito.
Como se vê, o sacrifício não é questão de opção. Desde o momento em que se quer alcançar um objetivo na vida,obrigatoriamente, há que se lançar mão do sacrifício.
O caráter do ladrão recusa o sacrifício. Prefere conquistar pelo sacrifício alheio. Mesmo assim, sem querer, arriscam a liberdade e até a vida para roubar. E não é isso também um sacrifício?
O assassino prefere matar a perdoar e deixar a vítima livre.
O orgulhoso prefere manter sua arrogância a se humilhar e pedir perdão.

Não tem jeito!
Não existe uma única área na vida secular ou espiritual que não se aplique o sacrifício.
Para uma profissão de sucesso, há que se empenhar nos estudos;
Para se ter um salário mensal, tem de trabalhar;
Para se manter um casamento sólido, o casal tem de sacrificar um pelo outro;
Para se ter encontro com Deus, tem de sacrificar a carne;
Para se manter na fé, tem de sacrificar a própria vontade;
Para se alcançar a salvação eterna da alma, tem de sacrificar, dia após dia.

Jesus disse: “… quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida (sacrifício) por Minha causa achá-la-á.” Mateus 16.25
Nas disputas esportivas, os atletas costumam fazer o sinal da cruz antes de entrarem em campo. Ou seja, fazem suas preces para não se acidentarem e lograrem êxito na partida.
Outros apelam aos bruxos e feiticeiros.

O sacrifício era tão necessário e eficiente que, antes das nações entrarem em guerra, seus respectivos sacerdotes faziam oferendas, até de crianças, para alcançarem favores dos deuses.
A história do povo de Israel documenta fatos em que só os sacrifícios o livraram.
Apesar das Alianças, de ser o povo escolhido, de possuir as promessas e, sobretudo, ter nos seus antepassados uma história de fé, fidelidade e compromisso com Deus, ainda assim, na hora dos apertos, ele teve de sacrificar para sobreviver.

Na guerra com os filisteus, Saul, apertado pelas circunstâncias, desobedeceu ao profeta Samuel e ofereceu sacrifício para evitar que seu exército desertasse. I Samuel 13.8-14
Ele não tinha autoridade para executar o sacrifício. Isso era tarefa exclusiva dos sacerdotes. Porém, movido pelo espírito do medo, se apressou em fazê-lo. Por conta disso, Deus Se arrependeu de tê-lo constituído rei.
Naquela altura, o sacrifício feito antes da batalha significava garantia de sucesso. Com essa consciência, os soldados partiam para cima dos inimigos absolutamente certos da vitória. Sabiam que o segredo da vitória estava no sacrifício a Deus.
O diabo e seus filhos odeiam o sacrifício. Nem Jesus falando: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.” Mateus 16.24, os irmaus acreditam.
Quem não estiver disposto a seguir essa regra, nem adianta aceitar Jesus como Senhor e Salvador.
O Senhor Jesus exige os três níveis de sacrifício:
Primeiro: Negar-se a si mesmo;
Segundo: Tomar a sua cruz e
Terceiro: Seguí-Lo.

Qual dos três é mais fácil? Nenhum.
Todos exigem sacrifício, sacrifício e sacrifício.
Quem crê, vai.
Quem não crê, fica para trás, com as virgens néscias.Mateus 25.1-13